COMO EXECUTAR JARDINS VERTICAIS ESPETACULARES?

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Jardim Vertical: Uma tendência que veio para ficar

Com a crescente urbanização desenfreada das grandes cidades, sem um planejamento adequado e que leve em consideração a infraestrutura verde, cada vez mais, perde-se espaço para o verde. Em contraponto, nos últimos anos surgiram iniciativas de compensação ambiental, e os jardins verticais são uma das mais relevantes dentre essas iniciativas. Assim, um novo mercado cresce e se desenvolve com profissionais da agronomia, arquitetura, decoração, jardinagem e paisagismo, ampliando seus leques de possibilidade em projetos de diferentes escalas.

Os denominados Jardins Verticais já existem há muito tempo, onde uma simples parede coberta pela conhecida planta popularmente chamada de “unha-de-gato” (Ficus pumila), pode ser considerada como tal. Existem muitos conceitos aplicados à verticalidade de jardins desde a época dos jardins suspensos da Babilônia, os quais sofreram adaptações benéficas ao decorrer do tempo, resultando nos grandes projetos que conhecemos atualmente.

O ponto crucial na história dos Jardins Verticais se deu quando um botânico chamado Patrick Blanc iniciou estudos e desenvolveu técnicas para a construção destes de forma mais consolidada, fazendo uso da hidroponia, para que possa ser replicada em diversos locais, não se limitando apenas no fato de pendurar vasos nas paredes.

O sistema hidropônico criado por Blanc, leva em sua composição uma camada de impermeabilização, evitando possíveis danos à parede, em seguida recebe uma manta onde são acomodadas diversas plantas com raízes nuas, as quais receberão nutrientes via hidroponia.

Visto que o sistema é bastante caro, com o passar dos anos obteve-se diversas melhorias, hoje chegando a um produto que pode ser adquirido com o melhor custo-benefício possível. Tornando-se os Jardins Verticais acessíveis a ‘’pessoas comuns’’, assim deixando de ser algo exclusivamente utilizado por grandes empresas e pessoas de alto padrão social, a população ganha um novo meio de contato com a natureza, ato que, diante da urbanização das cidades, veio a ficar comprometido.

Estudos científicos em diversas áreas comprovam que ambientes repletos de vida verde influenciam a mente e o corpo humano de forma positiva. Tal atração por espaços em que a natureza está presente gerando contrastes em relação à construção, seja da forma propriamente dita, ou até mesmo via formas orgânicas ou materiais os quais remetam a ela, é denominada Biofilia. Um ambiente Biofílico reforça nossa compreensão de como reconectar pessoas à natureza no ambiente construído, pois além de conceitos estéticos, ele busca constantemente gerar conforto e acolhimento.

Este contato direto com a natureza está sendo cada vez mais valorizado. Hoje podemos observar que grandes e pequenas empresas vêm aderindo a técnica de jardins verticais em seus escritórios, melhorando o bem-estar de seus funcionários e, consequentemente, o respectivo rendimento no ambiente de trabalho.

Com a pandemia, no período de isolamento social, observou-se grande procura pela inclusão da natureza em residências, aumentando a demanda de uma forma inimaginável, reforçando assim a importância e necessidade humana pelo contato com a natureza.

Sendo assim, os Jardins Verticais vieram para modernizar os conceitos aplicados à Biofilia, dando a possibilidade de se ter um espaço completamente biofílico em locais onde não se pode dispor de espaço térreo para um jardim tradicional ou para vasos de chão, não abrindo mão da beleza e da facilidade de manutenção das plantas, garantindo um espetacular efeito de bem-estar e acolhimento em quaisquer lugares que forem instalados.

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